11 abril 2010

Dieta de Sábado à noite

Quem já tentou fazer uma dieta e é barrado nos finais de semana? Pois é muito mais fácil manter dieta durante a semana por existir uma rotina do que no final de semana que a rotina é traçada de acordo com a programação.
Rotina nada mais é do que saber o que fazer nos horários certos, quando os imprevistos e programações em cima da hora são traçadas, realmente fica difícil fazer uma dieta e muito menos querer resultados com isso.
Ilusionista é aquele que acha que se controlando durante a semana e liberando no final de semana, esta em dieta para resultados, se o resultado estiver acontecendo pode ter certeza não é exatamente pelo estimulo da dieta e sim de treinos físicos intensos ou de drogas.
Segundo Aristoteres “ Nós nos transformamos naquilo que praticamos com freqüência . A perfeição portanto, não é um ato isolado é um hábito. “ Ter um hábito por um determinado tempo necessário para que consiga atingir seu resultado é o ideal para uma grande transformação.
Dieta de sábado a noite mandada pros ares e indo no embalo dos amigos comendo pizza ou sorvete de sobremesa, saindo na noitada bebendo todas pode esquecer sua transformação ela dificilmente vai acontecer e você ficará na mesma ou pior com o tempo.
Dia do lixo pode existir em determinados casos, mas a meu ver sempre segurando e criando uma rotina alimentar também nos finais de semana o resultado será mais garantido e o corpo terá mais performance do jeito que imagina quando começa uma regra para atingir um objetivo.

Bom é isso por hoje, ainda temos que quebrar muito paradigma.
Bjos Janete

23 novembro 2009

Estudo vincula depressão a alimentos industrializados

Um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da University College London, na capital britânica, indica que dietas ricas em alimentos industrializados aumentam o risco de depressão.

Em contrapartida, afirmam os pesquisadores, pessoas que comem legumes, verduras, frutas e peixe em abundância apresentam riscos menores de sofrer da condição.
O estudo, descrito na revista científica British Journal of Psychiatry, analisou informações sobre a dieta de 3,5 mil funcionários públicos britânicos e, cinco anos mais tarde, monitorou a ocorrência de depressão no grupo.

Segundo a equipe de pesquisadores, este é o primeiro estudo a vincular a dieta dos britânicos com a depressão.

Os especialistas dizem, no entanto, que - embora não seja possível excluir a possibilidade de que pessoas com depressão talvez tenham dietas menos saudáveis - é pouco provável que a alimentação seja a razão por trás dos resultados porque não foi identificada uma relação entre dieta e diagnósticos prévios de depressão.

Método

Os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos de acordo com o tipo de dieta que seguiam.

Em um grupo ficaram os que consumiam alimentos integrais, frutas, legumes e peixe. No outro, os que comiam principalmente alimentos industrializados, como sobremesas açucaradas, alimentos fritos, carne industrializada, cereais refinados e produtos laticínios ricos em gordura.

Após levar em conta fatores como sexo, idade, educação, atividade física, doenças crônicas e o hábito de fumar, os especialistas identificaram uma diferença significativa em riscos futuros de ocorrência de depressão nos grupos.

Os que comiam mais alimentos integrais apresentaram 26% menos riscos de desenvolver depressão do que os que consumiam menos alimentos integrais.

Em contraste, os que comiam mais alimentos industrializados apresentaram 58% mais riscos de desenvolver depressão do que os que comiam poucos alimentos industrializados.

Dieta mediterrânea

A autora do estudo, Archana Singh-Manoux, diz que é possível que os resultados sejam explicados por um fator ligado ao estilo de vida dos participantes que não tenha sido levado em consideração pelos especialistas.

"Houve um estudo mostrando que a dieta mediterrânea estava associada a riscos menores de depressão, mas o problema é que, se você vive na Grã-Bretanha, a probabilidade de você seguir uma dieta mediterrânea não é muito grande", afirma a pesquisadora.

"Então, nós queríamos observar de forma diferente as associações entre dieta e saúde mental", acrescenta.

Ainda não está claro por que alguns alimentos podem proteger contra ou aumentar os riscos de depressão, mas os cientistas avaliam que talvez haja um vínculo entre dieta, inflamações e condições como doenças cardíacas.

"Esse estudo se soma a um conjunto já sólido de pesquisas que mostram associações fortes entre o que comemos e nossa saúde mental", diz o diretor da entidade britânica Mental Health Foundation, Andrew McCulloch.

"Estudos como esse são cruciais porque são a chave para que tenhamos uma compreensão melhor da doença mental."

McCulloch acrescenta que as dietas das pessoas estão se tornando cada vez menos saudáveis. "A população da Grã-Bretanha está consumindo menos produtos frescos e nutritivos e mais gorduras saturadas e açúcares", afirma.

"Estamos particularmente preocupados com os que não podem ter acesso a alimentos frescos ou moram em áreas onde existe um número alto de restaurantes de fast food e comida para viagem."

Fonte: bbc