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07 dezembro 2017

Anabolizante, melhorar hormônios

Nutrientes certos podem aumentar naturalmente a produção hormonal e facilitar o ganho de músculos

Quem frequenta a academia religiosamente sabe que músculos não surgem do dia para noite e dependem, sobretudo, de treino regular, repouso e boa alimentação. Ainda assim, é bastante comum que os adeptos da malhação se deparem em algum momento com a temida estagnação, fase na qual, mesmo com tanta disciplina, o físico parece não evoluir mais. É nesse momento que alguns são seduzidos pelo uso de esteroides anabolizantes, substâncias extremamente perigosas, amplamente conhecidas por aumentar a performance e os resultados dos treinos, porém, a um custo bem elevado: o comprometimento da saúde.
Contudo, quem enfrenta esse problema não precisa se arriscar tanto, existem outros caminhos para retomar o desenvolvimento muscular sem cair em armadilhas. Uma alternativa é fortalecer a dieta com alimentos pró-hormonais, em especial aqueles capazes de aumentar a secreção de testosterona e de GH (hormônio do crescimento). Anabólicos, esses hormônios são indispensáveis para que o corpo consiga progredir no ganho de força e massa magra, afastando a inercia muscular. Quer saber mais? Então confira:

Afinal, o que é anabolizante?

Embora muitas pessoas associem o termo unicamente às chamadas “bombas”, anabolizantes podem ser, na realidade, substâncias variadas, inclusive alimentos. Isso porque o conceito está ligado ao anabolismo – estado no qual o corpo (numa visão bem resumida) constrói e/ou aumenta o nível de massa magra. Portanto, em suma, anabolizantes são substâncias capazes de beneficiar a construção muscular evitando, inclusive, que o processo oposto ocorra – o catabolismo. Já as controversas “bombas” são, especificamente, esteroides anabolizantes – hormônios anabólicos sintéticos capazes de propiciar um ganho de massa acelerado e eficiente, porém, com efeitos colaterais extremamente danosos, quando usados de maneira indiscriminada.
Em contrapartida, conforme explica o nutricionista esportivo William Ribeiro, nutrientes anabolizantes são indispensáveis no cardápio de quem deseja melhorar os resultados dos treinos “Uma boa dieta é fundamental para qualquer indivíduo que pratica musculação, pois evita que o corpo entre no estado catabólico, ou seja, passe a utilizar a massa magra como energia. Porém, melhorar o estado anabólico vai além: certos nutrientes são capazes de estimular a produção endógena, ou seja, natural, de testosterona, GH e outros hormônios anabólicos, beneficiando o desenvolvimento físico sem oferecer maiores riscos à saúde”.

O papel dos hormônios na boa forma

Para entender melhor, é preciso saber, ainda que superficialmente, como alguns hormônios agem na construção dos músculos. A testosterona – principal hormônio masculino – é responsável, por exemplo, pela redução do efeito catabólico, aumento da força física e pelo favorecimento de outros hormônios anabólicos, como o hormônio do crescimento, por exemplo. E engana-se quem pensa que essa substância é produzida unicamente nos homens – mulheres também secretam testosterona, só que em menor quantidade.
Já o famoso hormônio do crescimento GH (growth hormone) beneficia a síntese proteica, processo celular de regeneração e construção de tecidos, fundamental para o anabolismo. Produzido pela glândula pituitária, esse hormônio é responsável por inúmeras funções, inclusive o desenvolvimento da estatura durante a infância e puberdade. Contudo, na fase adulta, atua na reprodução celular, sobretudo das fibras musculares. Níveis normais do GH também ajudam a reduzir a concentração de gordura subcutânea e de colesterol no sangue; além de melhorar o aspecto da pele e, até mesmo, beneficiar a libido.

Anabolizante natural – mito ou verdade

A ideia pode parecer estranha, mas, de acordo com o consultor da Nature Center, existem sim anabolizantes naturais e eles são mais comuns do que se imagina. “Todos os processos metabólicos do nosso corpo dependem de uma boa oferta de nutrientes, afinal, eles são a matéria prima fundamental para o bom funcionamento do organismo. Sendo assim, o que comemos pode influenciar na secreção de hormônios anabólicos, como a testosterona, o GH, o IGF-1 e muitos outros”.  Por isso, Ribeiro enumera alguns nutrientes pró-hormonais, primordiais para uma dieta anabolizante, e onde encontrá-los:

Aposte!

Zinco e Magnésio – essa combinação de minerais não só estimula a produção de testosterona, como melhora o transporte de nutrientes aos músculos. Isso porque beneficia a produção de óxido nítrico, substância vasodilatadora capaz de aumentar o fluxo sanguíneo. O Magnésio também é responsável pela contração muscular, oferendo mais força para os treinos. Já o Zinco, por sua vez, regula a produção de GH (hormônio do crescimento) e está intimamente ligado à secreção do hormônio masculino. “A combinação arroz integral com feijão preto é rica em ambos os minerais. Outras opções são amêndoas, castanhas do Pará, vegetais folhosos verde-escuros e proteínas animais como ostras, peixes, fígado e ovos”.
Alicina: essa substância presente no alho não só é capaz de aumentar a secreção de testosterona, como também inibe a ação do cortisol – o famoso hormônio do stress, cuja ação é catabólica, ou seja, prejudicial ao ganho de massa. Além disso, o princípio ativo confere mais elasticidade aos vasos sanguíneos, melhorando a oxigenação dos músculos. Onde encontrar: “Além do alho, no alho poró, cebola e cebolinha”.
Bromelina: essa enzima digestiva encontrada na banana e também no abacaxi é capaz de aumentar a libido. E o que isso tem a ver com a síntese hormonal? O estímulo sexual também é fundamental para aumentar a liberação de testosterona. Portanto investir nesse nutriente beneficia a secreção do hormônio masculino e, por sua vez, o efeito anabólico da dieta. Além disso, por ser digestiva, contribui para uma melhor absorção de proteínas.
Boro e vitaminas do complexo B: o boro é um mineral responsável por regular a ação de outros minerais no corpo. E embora pouco conhecido, é amplamente utilizado por fisiculturistas devido sua fama de precursor dos hormônios sexuais. Já as vitaminas do complexo B, em especial o ácido pantatênico, participam ativamente da produção de hormônios dessa classe, sobretudo a testosterona. Além disso, esses nutrientes também estimulam a produção de óxido nítrico. Mel, maçã, manteiga de amendoim, abacate, batata doce e carnes são excelentes fontes desses nutrientes.”
Vitamina D3 – considerada um pré-hormônio, esse nutriente é a fonte exclusiva (ou seja, único meio de conseguir) de calcitriol – um hormônio esteroide que além de melhorar a absorção de cálcio, é apontado por diversos estudos como potencializador da produção natural de testosterona. Pesquisas apontam, inclusive, que a suplementação da vitamina está ligada a altos níveis de testosterona no corpo. “Embora sua “matéria prima” possa ser encontrada em alimentos como carnes, peixes e frutos do mar, é essencial tomar sol diariamente, por pelo menos 15 minutos, para que o corpo consiga produzi-la. Infelizmente sua deficiência é mais comum do que se imagina, o que, em alguns casos, pode levar a necessidade de suplementação”. – aponta o nutricionista.

Relaxe!

Como tudo na vida precisa de moderação, é fundamental que o indivíduo já tenha uma dieta alinhada com sua atividade física, para que esses elementos contribuam, de fato, para o progresso físico. Contudo, existem outros fatores tão importantes quando a alimentação para que o corpo alcance a sonhada hipertrofia “Treinos moderados, sono tranquilo e, até mesmo, um bom estado de espírito são fundamentais para conseguir aumentar a massa magra. Isso porque mesmo que uma pessoa siga uma dieta regrada; se não dormir direito, se exercitar em excesso e se estressar frequentemente, estará estimulando a secreção de hormônios catabólicos e radicais livres, substâncias contrárias ao desenvolvimento muscular. Portanto a palavra de ordem é, mais do que disciplina, equilíbrio!”.

13 dezembro 2012

Personal Trainer Preço


As aulas particulares tem seu preço normalmente depende do profissional que irá ministrar essas aulas o valor pode variar de R$ 50,00 até R$ 200,00 por aula. Custos bem maiores do que uma mensalidade média de academia

Quem faz 2x por semana com um personal trainer pode pagar de R$ 400,00 á R$ 1600,00 por mês para poder treinar com um professor particular e se essas aulas forem feitas em uma academia soma o valor da mensalidade que pode variar de R$ 60,00 á R$700,00.

Acaba sendo um custo elevado para alguns que queiram ter este privilégio

Por isso muitos Studios de Personal Trainer começaram abrir as portas para que o aluno apenas pague por aulas particulares e não precise pagar a mensalidade da academia.

Além disso alguns professores fazem pequenos grupos de treinamento com no máximo 3 pessoas para que esses valores fiquem mais acessíveis.

É isso que nós da Clínica Esportiva fizemos um Studio de personal trainer onde apenas se paga a aula feita com o profissional com hora marcada e não é preciso pagar uma mensalidade a mais por usar o espaço.

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14 agosto 2012

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